Decidido. Vou redirecionar este diário. De novo.
Não que vá mudar muito. Apenas quero ser menos abstrato e pessoal. Claro, o lado particular impera, pois é isso que faz a diferença.
Ainda é um blog de uma pessoa jornalista que consome cultura pop pelos cotovelos. E toda essa glutonice cultural precisa ser regurgitada. Para o meu bem e de quem confia e me credita como um bom curador (ui). Só não sei ainda em que formato explanar isso. Talvez escrito, talvez em vídeo. Talvez um híbrido.
Aquele aviso de sempre: nada de blogueiro, influenciador tão pouco. Estamos combinados? Nos idos da faculdade, lá nos primeiros anos da década de 2000, chamavam de “jornalista independente” quem tinha um canal digital pessoal de comunicação.
O termo é coerente: uso das técnicas de produção e edição de conteúdo aprendidas nos anos de academia que tanto consumiram a minha saúde física, mental e financeira para produzir informação. E ser reduzido a esses termos acima é de cagar na alma.
E o nome é “Deniac Comenta”. Tudo o que eu li, ouvi e consumi dentro da cultura, da música, da literatura e o que vier.
Então é assim:
Música
Na real, está mais próximo de relatos sobre experiências musicais do que uma resenha. Então vai ter chuva de opiniões sobre álbuns, faixas, trilhas de filmes, shows que fui (isso tá ruim de rolar, né gente, mas vai quê, né?) e artistas que EU GOSTO. Não posso falar bem do que eu não gosto. Assim como também não posso falar mal, já que é uma babaquice opinar sobre o que se desconhece e não lhe toca a alma de maneira nenhuma. Uma música não é só uma música. É um retrato sonoro de uma lembrança boa ou ruim. É a tatuagem de um momento nos tímpanos.
Clipes musicais
Ah! Essa ninguém esperava. Adoro ver e rever. Dos clássicos aos novos. Ficha técnica, curiosidades e razões de culto.
Livros

Nem precisava falar. Notório demais. Resenhas e comentários sobre livros que tenho lido. Ou que li pela metade. E não me refiro a lançamentos, pois não tenho dinheiro nem tempo para resenhar como fazem os profissionais do nicho (algo que eu duvido com todas as minhas forças, já que não acredito que uma pessoa leia tão rápido e absorva tão profundamente calhamaços de histórias em poucos dias).
Vai ter até aquela edição velha, com marcas de dedos, com cheirinho de passado e adquirido em algum sebo deliciosamente bagunçado.
Também vou indicar alguns títulos que estão na minha lista de leitura e que eu estou ansioso para começar.
Filmes
A ideia aqui não é resenha crítica, mas criar uma espécie de cartela com informações essenciais, como trechos de críticas e média de classificação a partir de sites como Rotten Tomatoes e IMDb. Daí vai ficar mais ou menos assim:
1 – “A trama”. (Descaradamente reduzido. Quase um tweet.)
2 – “Por que ver?”
3 – “Preste atenção em…” (Chupado da antiga Revista Bravo. Lembram?)
4 – “O que já disseram por aí?” (aqui entram as críticas profissionais, as classificações dos sites de avaliações ou comentários vindos dos diversos lugares da internet.)
5 – “Na minha humilde opinião” (O que eu achei. Dou meu veredito em poucas linhas.)
Séries
Vou indicar o que estou gostando, mas acho melhor me centrar nos episódios, nos desdobramentos que os capítulos causam no mundo. Por isso que estou tentando elaborar uma classificação que vai de 1 a 5, mas baseado no grau de viralização do programa. Por exemplo: Succession – “O Casamento de Connor”. Grau de viralização: 5. Porque daí entram os memes produzidos, os comentários das pessoas e toda a cauda longa que flui desses grandes eventos televisivos.
HQ´s e Graphic Novels
Tenho lido poucas e todas digitais advindas da gloriosa Locadora do Paulo Coelho. Mas ainda tenho umas compradas e não lidas que merecem uma resenha.
Notícias

Se vocês soubessem a quantidade de jornais e revistas que eu passo o olho por semana… É uma compulsão.
Antigamente isso me custava uma grana, mas agora, há todo um acervo das grandes publicações mensais e diárias disponíveis em plataformas como Bancah, Vivo Banca e similares. E o que é legal, elas estão escondidinhas dentro de qualquer plano de telefonia. Você deveria conferir no seu. Tenho certeza que tem e não sabe. Ótimo para ler no celular, melhor ainda em tablets.
Então a ideia é meter os prints com link para as matérias e discorrer alguma coisa.
Vídeos do Youtube
Eu sei, todo mundo sabe: além dos memes e das coisas esdrúxulas, o Youtube surpreende com vídeos curiosos e riquíssimos, e acho que garimpo coisas que valem serem mostradas.
Conclusão

É um desperdício consumir tanta coisa para se perder no limbo da memória.
Tudo deve ser visto, engolido, avaliado e regurgitado, dando novos nuances, possibilidades, criando novas conversas.
Como eu já disse por aqui repetidas vezes, “Toda descrição é arte!”.
Mas aí você pergunta: “Porra, Daniel, mas isso não poderia ser publicado no Twitter, no Instagram?”
Pois é. Poderia. Mas, na boa? Não tem a mesma mágica, o mesmo brilho. Redes sociais são táxis. Blogs ou sites são a sua casa.
Stay tune for more Rock and Roll.
(Todas as imagens deste post foram criadas pelo Dall-E)
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