O café. Ou, agora posso sentir que o que esta ao nosso redor é algum tipo de harmonia

Saí para almoçar com tempo nublado. Tudo o que aconteceu em sua vida em instantes brilhantes de recordações. Cada centímetro da calçada, um bit de memória. Este lugar é bom nisso. Vivi muito aqui.  Chuva fraca, vento brando, a junção de dois elementos distintos criando um frio, meu corpo, debaixo do casaco, salpica gotas de … Continuar lendo O café. Ou, agora posso sentir que o que esta ao nosso redor é algum tipo de harmonia

Escrevo para me conhecer (Mentira, escrevo para ficar bom o suficiente e lançar um livro de sucesso que pague minhas contas e eu não precise acordar cedo na segunda-feira para trabalhar)

Tenho que parar com essa preocupação de tratar isso aqui como a coisa mais preciosa do mundo. Mas é difícil fazer o cérebro entender que é só um escape. Aquele lugar para derramar acontecimentos simplórios do dia.  Digo isso porque a minha mente inventa motivos para não fazer textos, numa busca por uma perfeição impossível.  … Continuar lendo Escrevo para me conhecer (Mentira, escrevo para ficar bom o suficiente e lançar um livro de sucesso que pague minhas contas e eu não precise acordar cedo na segunda-feira para trabalhar)

O sal da vida

Dois anos em Porto Alegre. Duas primaveras sem ouvir o riso contagiante de C, sem sentir o abraço caloroso de K, sem desfrutar das histórias malucas de M.  Finalmente, encontrei meus amigos. Matei saudades, trocamos histórias, me senti amado. Meu Deus, como me senti amado! conversas que fluem como um rio caudaloso, cheio de memórias, … Continuar lendo O sal da vida