Stacia Napierkowska em “Les Vampires” (1915)
atrás das plantas,
debaixo das pedras,
o musgo da sua alma
explode verde ao sol.
simbioses benéficas,
fotossínteses de ruído branco,
raízes que se abraçam
à terra úmida, negra,
cheia de minhocas viscosas
e segredos enterrados.
histórias de dormir
para morcegos que trocam o dia pela noite,
que dançaram no ar madrugada a dentro
que amam de paixão pegar no sono,
caindo em sua escuridão tranquila,
vendo, de cabeça para baixo,
o dia clarear, finalmente,
laranja no horizonte
e pensando, quase sonhando,
em suas semicerradas palpebras:
tudo é amor!
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