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Digamos que isto seja uma rápida “resenha de uma resenha”.
E quando elas são boas a gente tem vontade de guardar e ler para sempre. Essa do Mario Sergio Conti, por exemplo, é um primor de bom jornalismo.
Um nível de síntese e boa escrita que deus me livre: nunca mais vamos ver algo parecido quando essa geração for embora.
Não é aquela exibição vazia de erudição, uma autogratificação intelectual despropositada tão comum em alguns círculos (para não baixar o nível e dizer “punheta olhando a própria bunda no espelho”). Não, de forma alguma!
É chegar, encher a página do jornal de palavras certas, com uma elegância discreta de frases simples, que deixam escapar nas entrelinhas a técnica rebuscada de nos fazer desejar um livro. É um talento invejável, diga se não é?
Registro aqui, com certo deleite nostálgico, um recorte do jornal de sábado (sim, tenho revisitado as origens do jornal tátil, analógico e perfumado!), onde a resenha em questão me instigou a:
- Ler o livro
- Ver o filme
- Tentar fazer uma resenha de “O Mestre e Margarida” com essa mesma desenvoltura que desperta uma vontade louca de consumir um pequeno calhamaço de mais de 400 páginas.
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O Mestre e Margarida – Mikhail Bulgákov
Tradução: Irineu Franco Perpetuo
Editora : Editora 34; 1ª edição (13 novembro 2017)
Idioma : Português
Capa comum : 408 páginas
ISBN-10 : 8573266805
ISBN-13 : 978-8573266801
Dimensões : 22.8 x 15.6 x 2.2 cm
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