O tempo, a vida e alguns outros assuntos

4 comentários sobre “O tempo, a vida e alguns outros assuntos”

  1. Na real, esse texto é sobre a despreocupação dos jovens de rostos tatuados, que fumam baseado às 11h da manhã, uma riqueza imensurável.
    Breve mostro as fotinhas na kodakinha.

  2. acho que um dos meus livros favoritos (eram os deuses astronautas? do erick von daniken), basicamente um dos que mais me marcaram (e alugou um triplex na minha cabeça na época), comprei em um sebo quando era apenas uma estudante despreocupada. tempo bom. a tranquilidade em folhear livros antes de escolher eles, tendo como parâmetro quantas manchas de café ou dedicatórias tinham. a não ser que estivesse com alguém que realmente te conhecesse, não tinha ninguém para te confirmar se você gostaria da escolha. era por conta e risco. bom demais!

    é doido parar pra pensar em que momento a gente esqueceu dessa despreocupação, por mais óbvio que seja pensar que fomos engolidos pelas responsabilidades da vida. e com filhos, ah, a urgência não vem só do que paga as nossas contas né? 😂

    curiosa pra ver o que essa kodak, nas tuas bateções de perna — um respiro no meio do caos? — vão criar!

  3. Que post delicinha de se ler, também ando um pouco descaralhada da cabeça de passar muito tempo com telas, seja pra trabalho ou lazer. Tô sentido falta do analogico tambem, esquecer que eu tenho um celular, viver as coisas mais no fisico. Acho que vou preparar umas coisas desse tipo nesse fim de ano quando a coisa toda desacelerar.

    Essas suas caminhadas no meio do caos de SP me deixaram curiosas, também sou dessas de ficar imaginando pq certas pessoas estao em certos lugares e o que tem mais alem do que consigo ver. E claro, curiosa pra ver suas fotos, compartilha aqui, por favor 🙂

  4. Que bom que gostou. Escrevi de verdade sem parar. Só soltando os assuntos. Melhor coisa é praticar atividades fora de tela, é outra vida.
    Adoro observar, caminhar sem rumo. Tem até nome pra isso, né? O tal do Flâneur… Até andar de modo aleatório dá para fazer arte.
    Alias, tudo o que é feito com as mãos, de modo físico, por mais simples que seja, é uma espécie de arte.

    Façamos arte, então!

Deixe um comentário