O último beijo
Uma ode espirituosa aos “tempos” em que se beijava a tela do celular com afeto genuíno. Um gesto ridículo, gratuito e sagrado, perdido na pressa funcional do presente. Continuar lendo O último beijo
Uma ode espirituosa aos “tempos” em que se beijava a tela do celular com afeto genuíno. Um gesto ridículo, gratuito e sagrado, perdido na pressa funcional do presente. Continuar lendo O último beijo
Notas diárias para não enferrujar os dedos. Aquela conversa rápida na sala do cafezinho. Um blog dentro de outro blog. É aqui onde nascem os posts. ::: [22.06.2025 – domingo] 12:45 – Comecei esse projeto de reler um dos meus autores favoritos, William Gibson. Depois de 20 anos, voltarei a trilogia do Sprawl e depois … Continuar lendo [STATUS CAFÉ] – Junho de 2025
Metáfora visual sobre vínculos afetivos que nos desfazem. Continuar lendo Wide Open: a fissura que está em tudo
Inspirado por Romance Moderno, de Aziz Ansari, mergulho no mal-estar dos afetos contemporâneos: silêncios, algoritmos e expectativas frustradas. Um elogio à inteireza preservada, ao amor com raiva, à beleza de não implorar por atenção. Continuar lendo Amor e fúria
Uma crônica inspirada em Cayce Pollard, sobre observar o mundo com sensibilidade extrema, trabalhar em modo avião e sentir demais em tempos digitais. Continuar lendo Tradução simultânea do caos