Manual de sobrevivência para aniversários pós-30: Reflexões sóbrias (ou quase) sobre juventude, ruídos e pertencimento

2 comentários sobre “Manual de sobrevivência para aniversários pós-30: Reflexões sóbrias (ou quase) sobre juventude, ruídos e pertencimento”

  1. as vezes me pego pensando se depois dos 30 a gente só está esgotado demais da vida adulta, se a gente esqueceu ou perdeu o pique da juventude ousada, se só encheu o saco mesmo… HAHAHA são muitas possibilidades e no geral eu sinto que não tenho mais energia, lombar e bateria social para eventos. aaaainda assim, fico surpresa como em alguns casos (geralmente envolvem aniversários, não sei se é peso na consciência por ser chata por muito tempo) a gente relembra desses bons momentos. aquele gostinho de vai me custar o carisma da semana mas ainda assim foi bom HAHAHA

  2. Certíssima, dona Moretti.

    Pra mim, até que isso é tranquilo… eu era boêmio, vivia na rua, adorava um rolê. A pandemia e um filho me quebraram nesse aspecto. Hoje em dia meu rolê favorito é quando consigo terminar um café ainda quente e ter 10 minutos de silêncio. O pique até existe, mas tá guardado a sete chaves, só sai em ocasiões muito específicas e mesmo assim, volta mancando. 😄

    Resumindo: não é que a gente perdeu o espírito jovem… ele só ficou meio preguiçoso, gosta de um planejamento prévio, de saber a hora de ir embora e, principalmente, de um bom motivo pra ser ativado. Aniversários: sim. Balada de última hora: depende da lombar. ahhahaha

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